A importância do IT Operating Model

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IT Operating Model segue sendo fundamental para o sucesso de qualquer organização e desde a época em que atuava como consultor esse é um tema que me desperta muito interesse.

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Acredito piamente que um modelo operacional bem azeitado encurta bastante o caminho rumo ao sucesso também de IT.

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E aqui vale fazer a distinção entre modelo operacional (processos, indicadores, organização, pessoas e ferramentas) versus a estrutura organizacional (que é não muito mais do que o bom e velho organograma).

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Dicas importantes para a revisão da estrutura organizacional

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A estrutura organizacional é definitivamente um aspecto essencial do modelo operacional, mas não representa o todo.

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Sou suspeito para falar por conta da minha paixão pessoal pelo tema que já vem de longa data, de qualquer forma, vale assistir/ler a esse webinar do Gartner sobre alguns grandes princípios de como transformar a sua organização:

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https://webinar.gartner.com/458354/agenda/session/1082072

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Por que é tão importante o lado humano nesse tema

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Gosto sempre de lembrar que o racional para que dê importância para essa questão é muito simples: tudo é em algum nível feito por e para pessoas. Sendo assim, nada mais lógico do que dar atenção especial para esse fator chave em qualquer organização (as pessoas).

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Ao mesmo tempo, ao envolver diretamente pessoas, efetuar mudanças organizacionais exige muita ponderação entre os aspectos racionais e objetivos e os aspectos "intangíveis" e as vezes irracionais relativos ao lado humano.

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CIO Codex Framework – IT Operating Model

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Um IT Operating Model é a forma como a área de tecnologia da informação (TI) de uma organização opera para entregar valor aos seus clientes internos e externos.

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Ele define os processos, indicadores, organização, pessoas e ferramentas que a TI utiliza para planejar, projetar, implementar, gerenciar e melhorar os serviços e soluções de TI que suportam os objetivos estratégicos e operacionais da organização.

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Um IT Operating Model não é o mesmo que uma estrutura organizacional, que é apenas o desenho dos papéis e responsabilidades da TI, mas sim um conjunto integrado de elementos que determinam como a TI funciona como um todo.

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De forma resumida, abaixo são listador os 10 principais componentes de um Operating Model, os quais são melhor detalhados dentro do tópico Operating Model do CIO Codex Framework (Operating Model – CIO Codex):

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1 – IT Capability & Process Model

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O componente IT Capability & Process Model é um dos elementos mais cruciais para a eficácia e eficiência da função de TI em uma organização.

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Este modelo engloba as habilidades, competências e processos que a Área de Tecnologia deve possuir e gerenciar para cumprir seus objetivos estratégicos e operacionais.

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O IT Capability & Process Model é estruturado em torno de duas dimensões principais: 'capabilities' (capacidades) e 'processes' (processos).

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2 – Communication Model

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O componente Communication Model representa um aspecto essencial na gestão eficiente da Área de Tecnologia, abordando nada menos do que os aspectos da comunicação.

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Este modelo aborda os métodos, canais, estilos, propósitos e objetivos da comunicação dentro da equipe de TI e entre a TI e outras partes da organização.

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É um mapa que orienta como as informações são compartilhadas, assegurando que as mensagens sejam entregues de maneira clara, eficaz e no tempo certo.

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3 – People Sourcing Model

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O componente People Sourcing Model é fundamental na estratégia de gestão de recursos humanos da Área de Tecnologia.

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Ele abrange a abordagem de como a TI adquire, gerencia e aloca seu capital humano, considerando tanto recursos internos quanto externos.

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Este modelo contempla estratégias de contratação, parcerias com fornecedores, terceirização e o equilíbrio entre diferentes modalidades de trabalho.

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4 – Performance Model

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O Performance Model é um componente com foco em estruturar e monitorar o desempenho da Área de Tecnologia.

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Este modelo é composto por Objectives and Key Results (OKRs), Key Performance Indicators (KPIs), métricas, metas e incorpora técnicas de melhoria contínua.

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Sua aplicação é fundamental para alinhar as operações de TI aos objetivos estratégicos da organização, avaliando o progresso e identificando oportunidades para aprimoramento.

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5 – Working Model

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O componente Working Model define como o trabalho é realizado na Área de Tecnologia.

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Este modelo abrange não apenas as práticas de trabalho, mas também os modelos de ferramentas, automação, locais de trabalho (sites) e turnos (shifts), oferecendo uma visão abrangente de como as operações de TI são estruturadas e executadas.

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O Working Model é fundamental para assegurar que a Área de Tecnologia opere com eficiência e eficácia, adaptando-se às necessidades e desafios do ambiente de negócios.

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6 – IT Organization Model

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O componente IT Organization Model define a estrutura organizacional da Área de Tecnologia.

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Este modelo estabelece como a TI é estruturada em termos de departamentos, equipes, hierarquias e linhas de relatório.

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Ele determina a distribuição de responsabilidades e autoridades, otimizando a gestão de recursos e a execução de estratégias.

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7 – Roles & Responsibilities Model

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O componente Roles & Responsibilities Model estabelece a clareza das funções e responsabilidades dentro da Área de Tecnologia.

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Este modelo especifica os papéis individuais e coletivos, detalhando as expectativas e obrigações associadas a cada posição dentro da equipe de TI.

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O Roles & Responsibilities Model é fundamental para a eficiência operacional e a eficácia da gestão na Área de Tecnologia. o definir claramente as funções e responsabilidades.

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8 – Decisions & Power Model

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O componente Decisions & Powers Model estabelece como as decisões são tomadas dentro da Área de Tecnologia e quem detém o poder para fazê-las.

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Este modelo aborda a alocação de autoridade e responsabilidade, especificando quem pode tomar quais tipos de decisões e em que nível.

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O Decisions & Powers Model é fundamental para a governança eficaz da TI, assegurando que as decisões sejam tomadas de maneira eficiente, transparente e alinhada com os objetivos estratégicos da organização.

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9 – Management Model

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O componente Management Model define como a liderança e a gestão são exercidas na Área de Tecnologia.

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Este modelo abrange desde estilos de liderança e práticas de gestão até estruturas organizacionais, como gestão direta e matricial, e influencia diretamente a cultura, o desempenho e a eficácia da equipe de TI.

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O Management Model é essencial para garantir que a Área de Tecnologia seja liderada e gerida de maneira eficaz, alinhando as atividades de TI com os objetivos estratégicos da organização.

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10 – Internal & External Interfaces Model

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O Internal & External Interfaces Model define e gerencia as interfaces e interações da Área de Tecnologia tanto internamente, entre seus diversos departamentos, quanto externamente, com outras unidades de negócios da empresa e entidades externas.

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Este modelo detalha os processos, tarefas e mecanismos de interação que facilitam a comunicação eficaz e a colaboração estratégica.

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Este modelo é vital para a eficiência e eficácia da TI, assegurando que as operações internas estejam alinhadas e que a colaboração com outras unidades de negócios e entidades externas seja produtiva e alinhada aos objetivos estratégicos.

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Por que ele é importante para o sucesso da organização?

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A importância de um IT Operating Model bem definido e alinhado com as necessidades e expectativas da organização é evidente em um cenário de transformação digital, onde a TI é vista cada vez mais como um parceiro estratégico e um habilitador de inovação e competitividade. Um IT Operating Model eficaz permite que a TI:

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  • Seja ágil e flexível para se adaptar às mudanças no ambiente de negócios e às demandas dos usuários.
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  • Seja eficiente e produtiva, otimizando o uso dos recursos e entregando valor com qualidade e velocidade.

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  • Seja colaborativa e integrada, trabalhando de forma coordenada com as demais áreas da organização e com os fornecedores externos.

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  • Seja orientada a resultados e ao cliente, focando nas necessidades e na satisfação dos usuários finais dos serviços e soluções de TI.

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  • Seja inovadora e criativa, buscando novas formas de resolver problemas e gerar valor para a organização.

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Não existe "one size fits all"

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O que eu acho mais interessante nisso é que por mais que existam visões conceituais, boas práticas, cases de sucesso e afins, no final do dia não existe um modelo único "one size fits all" que funcione como um gabarito mágico que possa ser implementado diretamente por qualquer um a qualquer momento.

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Cada organização possui suas características próprias que são tão únicas, de forma tal que o modelo operacional de IT igualmente necessita ser customizado para atender essas necessidades particulares.

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A estratégia da organização, a indústria e perfil de atuação no mercado, o tipo e nível de governança e controle, a situação atual e o staffing de IT, as competências e maturidade das pessoas, áreas e processos.

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Acho que tudo isso (além de outros fatores) influencia drasticamente o modelo target e os modelos de transição até chegar lá.

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Como definir um IT Operating Model?

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Como apontando anteriormente aqui no texto, não existe um IT Operating Model único e universal que se aplique a todas as organizações, pois cada uma tem sua própria estratégia, cultura, processos e tecnologias.

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No entanto, existem alguns passos que podem orientar a construção de um IT Operating Model adequado à realidade e aos objetivos de cada organização. São eles:

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  • Definir a visão e a missão da TI, ou seja, qual é o propósito e o papel da TI na organização, qual é o valor que ela entrega e como ela contribui para a realização da estratégia organizacional.
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  • Mapear os serviços e as soluções de TI, ou seja, quais são os produtos que a TI oferece para os seus clientes internos e externos, quais são os requisitos, as expectativas e os benefícios esperados por eles e quais são os custos e os riscos associados.

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  • Desenhar os processos de TI>, ou seja, quais são as atividades que a TI realiza para entregar os serviços e as soluções de TI, quais são as entradas, as saídas, os controles, as medidas e as melhorias de cada processo e como eles se relacionam entre si e com os processos de negócio da organização.

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  • Estabelecer os indicadores de TI, ou seja, quais são as métricas que permitem avaliar o desempenho, a qualidade, a eficiência, a eficácia e a satisfação dos serviços e soluções de TI, bem como o alinhamento com os objetivos estratégicos e operacionais da organização.

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  • Definir a organização de TI, ou seja, quais são os papéis e as responsabilidades da TI, como eles estão distribuídos e agrupados em unidades, equipes e funções, qual é o nível de autonomia, autoridade e accountability de cada um e como eles se comunicam e se coordenam entre si e com as demais áreas da organização.

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  • Desenvolver as pessoas de TI, ou seja, quais são as competências técnicas, comportamentais e gerenciais que os profissionais de TI devem possuir ou desenvolver para desempenhar seus papéis e responsabilidades, quais são os planos de carreira, de capacitação, de avaliação e de recompensa que a TI oferece para atrair, reter, motivar e desenvolver seus talentos.

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  • Selecionar as ferramentas de TI, ou seja, quais são as tecnologias, os sistemas, os aplicativos, as plataformas, os dispositivos e os equipamentos que a TI utiliza para suportar e automatizar os seus processos, serviços e soluções, quais são os critérios de escolha, de aquisição, de implantação, de manutenção e de atualização dessas ferramentas e como elas se integram entre si e com as demais tecnologias da organização.

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Como implementar e melhorar um IT Operating Model?

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A construção de um IT Operating Model não é um fim em si mesmo, mas sim um meio para alcançar uma maior maturidade e excelência na gestão e na entrega de TI.

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Portanto, após definir os elementos do IT Operating Model, é preciso implementá-los e monitorá-los, buscando garantir sua aderência, consistência, efetividade e melhoria contínua.

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Para isso faz sentido que se considere alguns passos e fatores críticos do sucesso:

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  • Comunicar e engajar os stakeholders, ou seja, informar e envolver os clientes, os usuários, os colaboradores, os fornecedores e os demais interessados sobre o IT Operating Model, explicando sua importância, seus benefícios, suas expectativas e suas responsabilidades, buscando obter seu apo>io, sua participação e seu feedback.
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  • Executar e acompanhar os processos, ou seja, realizar as atividades previstas nos processos de TI, seguindo as entradas, as saídas, os controles e as medidas definidos, bem como coletar e analisar os dados e as informações gerados pelos processos, verificando seu desempenho, sua qualidade, sua eficiência e sua eficácia.

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  • Avaliar e reportar os indicadores, ou seja, medir e comparar os resultados obtidos pelos serviços e soluções de TI com os objetivos e as metas estabelecidos, utilizando os indicadores definidos, bem como comunicar e apresentar esses resultados para os clientes, os usuários, os gestores e os demais stakeholders, demonstrando o valor e o alinhamento da TI com a organização.

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  • Revisar e atualizar a organização, ou seja, verificar se os papéis e as responsabilidades da TI estão claros, distribuídos e integrados de forma adequada, se há conflitos, lacunas ou sobreposições entre eles, se há necessidade de mudanças ou adaptações na estrutura organizacional e se há oportunidades de simplificação ou otimização dos recursos humanos da TI.

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  • Capacitar e reconhecer as pessoas, ou seja, oferecer e incentivar os profissionais de TI a participar de treinamentos, cursos, workshops, palestras, eventos, projetos e outras iniciativas que possam ampliar ou aperfeiçoar suas competências técnicas, comportamentais e gerenciais, bem como elogiar, recompensar e celebrar os profissionais que se destacam pelo seu desempenho, sua atitude, sua colaboração e sua inovação.

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  • Adaptar e inovar as ferramentas, ou seja, manter e atualizar as tecnologias, os sistemas, os aplicativos, as plataformas, os dispositivos e os equipamentos que a TI utiliza, garantindo seu funcionamento, sua segurança, sua disponibilidade e sua compatibilidade, bem como pesquisar, testar, implementar e difundir novas ferramentas que possam agregar valor, reduzir custos, aumentar a produtividade ou melhorar a experiência dos usuários.

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Concluindo

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Um IT Operating Model é fundamental para o sucesso de qualquer organização, pois define como a TI opera para entregar valor aos seus clientes internos e externos.

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Um IT Operating Model eficaz permite que a TI seja ágil, eficiente, colaborativa, orientada a resultados e inovadora, contribuindo para a realização da estratégia e dos objetivos organizacionais.

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Para construir um IT Operating Model adequado à realidade e aos objetivos de cada organização, é preciso definir a visão e a missão da TI, mapear os serviços e as soluções de TI, desenhar os processos de TI, estabelecer os indicadores de TI, definir a organização de TI, desenvolver as pessoas de TI e selecionar as ferramentas de TI.

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Para implementar e melhorar um IT Operating Model, é preciso comunicar e engajar os stakeholders, executar e acompanhar os processos, avaliar e reportar os indicadores, revisar e atualizar a organização, capacitar e reconhecer as pessoas e adaptar e inovar as ferramentas.

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A construção, a implementação e a melhoria de um IT Operating Model não são tarefas simples nem rápidas, mas sim um processo contínuo e dinâmico, que requer comprometimento, liderança, colaboração e aprendizagem.

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The IT Framework

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