A matéria mostra como a trajetória de Arthur De Santis evoluiu para um Framework que conecta propósito, estratégia, capacidades e execução na construção de áreas de tecnologia mais eficientes e preparadas para a era digital.
Em 25 de junho de 2026, a Economia S/A publicou uma matéria dedicada ao livro CIO Codex - The IT Framework: A Jornada de um Framework de Tecnologia e seu Criador. A reportagem apresenta a origem da obra, a trajetória de Arthur De Santis e a proposta de organizar os principais elementos necessários para estruturar uma área de Tecnologia da Informação preparada para apoiar a transformação digital.
O conteúdo mostra que o CIO Codex nasceu durante um período de transição profissional, quando referências, experiências e reflexões sobre tecnologia começaram a ser reunidas de forma sistemática. A organização inicial desse material evoluiu progressivamente até se tornar um Framework próprio, posteriormente desdobrado em livro, portal e conteúdos complementares.
A reportagem também destaca a combinação entre trajetória pessoal e conteúdo técnico. A primeira parte da obra apresenta experiências que contribuíram para a formação do autor, incluindo sua mudança de carreira e sua atuação em diferentes organizações dos setores financeiro e tecnológico. Essa dimensão ajuda a explicar como a vivência profissional foi transformada em princípios, modelos e formas de interpretar a área de TI.
Na segunda parte, o CIO Codex Framework é apresentado por meio das dimensões Why, How e What. O Why investiga por que a Tecnologia da Informação é essencial e como seu propósito deve ser conectado aos objetivos empresariais. O How estrutura os fatores que permitem alcançar excelência operacional e estratégica. O What organiza os ativos, competências e capacidades que sustentam a atuação da TI.
A visão é aprofundada por um modelo de referência composto por sete camadas de competências. São abordadas a parceria com o negócio, a visão tecnológica, a engenharia de soluções, a exploração de novas tecnologias, a excelência em serviços, a cibersegurança e a transformação da própria TI. Essas camadas reúnem 120 capabilities, oferecendo uma base para diagnósticos, avaliações de maturidade e planejamento de evolução.
Outro ponto relevante é a inclusão, na segunda edição, de um capítulo dedicado à ativação do Framework. O conhecimento é tratado como condição necessária, mas insuficiente para produzir transformação. Para que exista impacto, a compreensão precisa ser convertida em escolhas, prioridades, planos e execução. Essa passagem entre estrutura conceitual e aplicação prática é central para que a tecnologia deixe de representar apenas atividade e passe a gerar resultados percebidos pelo negócio.
A repercussão na Economia S/A amplia o alcance dessa proposta e reforça a importância de uma visão integrada. Transformação digital não deve ser entendida como a simples adoção de ferramentas recentes. Ela exige que estratégia, cultura, arquitetura, processos, pessoas, competências e governança sejam articulados de maneira coerente.
Ao apresentar o CIO Codex como instrumento para estruturar áreas de TI e fortalecer a transformação digital, a matéria evidencia uma premissa essencial da obra. A evolução tecnológica precisa ser orientada por propósito, sustentada por capacidades e medida pela geração de valor para a organização.
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A publicação completa está disponível na Economia S/A:
