Esse artigo é sobre um drama de décadas para qualquer área de tecnologia, uma expressão que pode provocar pânico e calafrios em muitos executivos de TI.

A tão falada "Shadow IT".

E o temor aumenta exponencialmente de acordo com o público em que o tema venha a ser discutido, atingindo o seu ápice quando se trata de temas de auditoria e compliance.

Recomendo aqui a leitura de um artigo muito interessante da CIO Online o qual deixo o link aqui:

https://www.cio.com/article/481453/ending-the-forever-war-against-shadow-it.html

 

A necessidade de abrir os canais de debate

De qualquer forma, acredito que se faz necessária uma discussão aberta e franca nas organizações, onde fique explícito e claro para todos quais os riscos e implicações possíveis em se seguir com soluções Shadow IT, e assim se avaliar até onde vai o apetite ao risco de cada empresa.

Trazendo mais racionalidade à discussão, sou totalmente capaz de entender quais são as razões que levam uma área de negócio a buscar soluções "próprias" e não as providas pela área de tecnologia.

Muitas ineficiências, otimizações de processos, eliminação de dogmas e outras melhorias gerais poderão ser atingidas a partir desse tipo de avaliação honesta e transparente.

 

Riscos Exponenciais de Data Breach e Ransomware

Nos últimos anos, observamos um aumento dramático nos incidentes de violações de dados e ataques de ransomware.

Tais eventos não apenas afetam a integridade e a disponibilidade dos dados corporativos, mas também comprometem a confiança dos stakeholders e podem resultar em perdas financeiras substanciais.

A sofisticação e a frequência desses ataques têm crescido exponencialmente, impulsionadas por um ecossistema de cibercriminosos que continua a evoluir e a se adaptar rapidamente.

A responsabilidade de proteger os ativos de informação não recai apenas sobre os ombros do departamento de TI, mas é uma preocupação de toda a organização.

Neste contexto, é fundamental que as empresas adotem uma abordagem proativa de segurança cibernética, que inclua treinamento regular de funcionários, aplicação de políticas robustas de segurança e a implementação de tecnologias avançadas de detecção e resposta a incidentes.

 

Custos Potencialmente Descontrolados de Soluções SaaS Cloud

A adoção de soluções SaaS (Software as a Service) na nuvem oferece muitas vantagens, como escalabilidade, flexibilidade e custos iniciais reduzidos.

No entanto, sem uma gestão adequada, os custos associados a essas soluções podem se tornar um fardo financeiro significativo.

O uso descoordenado de SaaS por diferentes departamentos pode levar a redundâncias, ineficiências e uma complexidade de integração que compromete a arquitetura de TI da empresa como um todo.

Para enfrentar esse desafio, é essencial que as organizações desenvolvam uma visão abrangente de enterprise architecture que incorpore as soluções SaaS.

Esta visão deve alinhar as necessidades de negócios com as capacidades tecnológicas, garantindo que todos os investimentos em SaaS sejam feitos de maneira estratégica e que contribuam para os objetivos gerais da organização.

 

Alternativas Sancionadas por TI: Plataformas de No & Low-code

Uma das tendências emergentes no campo da TI são as plataformas de No & Low-code, que permitem que usuários não técnicos criem aplicações de forma rápida e com menos dependência dos recursos tradicionais de desenvolvimento de software.

Essas plataformas podem ser uma resposta eficaz para a demanda crescente por soluções digitais rápidas, oferecendo uma alternativa controlada e segura ao shadow IT.

No entanto, a implementação dessas plataformas deve ser cuidadosamente gerida.

É crucial estabelecer "guard-rails" claros que mitiguem os riscos associados, incluindo questões de segurança de dados, governança e conformidade com as políticas corporativas.

Ao fazer isso, as organizações podem aproveitar a agilidade e a inovação oferecidas por estas plataformas, enquanto mantêm o controle e a integridade de seus sistemas de TI.

 

Expectativas para o futuro

Mas pensando em futuro, eu acredito que daqui há algum tempo (me parece factível pensar em algo entre 5 e 10 anos) vamos olhar para trás e pensar que era algo tão natural, inevitável e benéfico para as organizações quanto foi a disseminação do uso de computadores pessoais e as suítes de produtividade (Excel, PowerPoint, Word e afins) por parte das pessoas "comuns" de qualquer área de negócio.

Digo isso porque até um dado momento da história era óbvio e indiscutível para todos que computadores e seus sistemas eram coisas apenas para as áreas de tecnologia, até que todo o entorno (tecnológico, organizacional, humano e cultural) foi se transformando e as coisas foram mudando, até chegarmos em como estamos hoje, onde até já extrapolamos o próprio computador e estamos no mundo mobile/cloud.

 

Uma nova perspectiva sobre Shadow IT

O temor, "preconceito" e repulsa com o que a famosa shadow IT" sempre foi tratada cedo ou tarde deve ser igualmente ajustado e deve ocorrer um shift de forma a flexibilizar limites e capitalizar o capital humano e intelectual espalhado pelas organizações.

Mas ao mesmo tempo, também creio que não existe um modelo único e cada tipo de indústria, ou mesmo área funcional dentro de cada organização deverá ter maior ou menor afinidade ou vantagens e benefícios com essa mudança.

Vai depender muito da necessidade por velocidade e criatividade, requisitos de segurança, nível de aversão/apetite por risco, tipo de e alcance de regulação e compliance, certamente outros fatores.

No mundo dinâmico da tecnologia da informação, a gestão eficaz do uso não autorizado de tecnologia tornou-se um ponto crítico para organizações que buscam manter a integridade e segurança dos seus dados.

Se faz necessário examinar as complexidades associadas ao shadow IT, destacando estratégias eficazes para mitigar seus riscos e maximizar a conformidade e a segurança organizacional.

 

A análise do CIO Online

O shadow IT refere-se ao uso de dispositivos, software e serviços de TI que operam fora do controle ou propriedade do departamento de TI de uma organização, conforme define a Gartner.

Esse fenômeno não é novidade, mas a evolução da computação em nuvem e, mais recentemente, as oportunidades trazidas pela inteligência artificial (IA), ampliaram seus riscos.

Um dos principais desafios para os CIOs modernos é assegurar a integridade dos dados, que devem permanecer seguros, precisos e privados, para servir de base confiável para decisões estratégicas de negócios.

No entanto, a presença do shadow IT complica significativamente essa tarefa, introduzindo vulnerabilidades por meio do uso não sancionado de tecnologias que podem facilitar a manipulação indevida dos dados corporativos.

Para enfrentar esses desafios, sugere-se a criação de uma equipe de resposta rápida, formada por membros do departamento de TI que possuam um profundo entendimento dos riscos associados à manipulação de dados e das armadilhas de segurança, particularmente em relação à IA.

Este grupo teria como missão analisar os requisitos e garantir que o acesso aos dados seja seguro e que os usuários compreendam a natureza dos dados acessados.

Além disso, é vital que a política de TI contra o shadow IT seja compreendida e aplicada rigorosamente pelo comitê diretivo de TI, que deve incluir a alta administração, como o CEO e o próprio CIO.

Este comitê é responsável por priorizar a agenda de TI e deve apoiar as sanções contra violações dessa política.

 

Modelo Operacional e a Importância dos Fusion Teams e Citizen Developers

Para capturar os benefícios integrais das plataformas de No & Low-Code, é essencial que as organizações não apenas revisem seus modelos operacionais de TI, mas também considerem a dinâmica da organização como um todo.

Neste cenário, emergem os conceitos de "Fusion Teams" e "Citizen Developers".

Os "Fusion Teams" são equipes multidisciplinares que incluem membros com diferentes habilidades técnicas e de negócios, trabalhando juntos para desenvolver soluções de maneira ágil e inovadora.

Esta abordagem facilita a colaboração entre TI e outras áreas da empresa, acelerando a entrega de soluções que atendam às necessidades reais dos usuários finais.

Por outro lado, os "Citizen Developers", ou desenvolvedores cidadãos, são usuários não técnicos que utilizam plataformas No & Low-Code para criar ou ajustar aplicações.

Esses indivíduos podem trazer insights valiosos de suas áreas de expertise, promovendo inovações que refletem as necessidades específicas de seus domínios funcionais.

 

Governança e Manutenção de Padrões

À medida que as fronteiras entre os times de TI e negócios se tornam mais fluidas, a governança se torna um desafio crucial.

A governança no contexto das plataformas No & Low-Code deve garantir que:

 

Desafios na Escala e Regulação

A magnitude do tamanho da organização e o nível de regulação do setor determinam a complexidade da implementação de plataformas de No & Low-Code.

Não se trata apenas de implementar uma nova tecnologia, mas de entender profundamente as implicações dessa implementação em uma escala mais ampla.

Organizações maiores e mais regulamentadas necessitam de uma análise meticulosa antes de escalar o uso de tais tecnologias.

O planejamento deve considerar os impactos operacionais, os riscos de segurança, a integridade dos dados e a resiliência do sistema.

Além disso, é crucial desenvolver uma estratégia de capacitação e formação contínua para os desenvolvedores cidadãos, assegurando que as inovações sejam sustentáveis e alinhadas com os objetivos corporativos.

 

CIO Codex – No & Low-code

No & Low-code é uma abordagem revolucionária na camada New Tech do CIO Codex Agenda Framework que representa um avanço significativo na democratização do desenvolvimento de software.

Esta metodologia responde ao crescente desafio das organizações em acelerar a transformação digital e a inovação tecnológica, permitindo a criação rápida e eficiente de aplicações por usuários que não necessariamente possuem conhecimento técnico aprofundado em programação.

O conteúdo complementar discorre sobre as nuances do No & Low-code, sua aplicabilidade em diversos cenários empresariais e seu potencial em agilizar o desenvolvimento de soluções de TI e a operacionalização de ideias.

A introdução ao No & Low-code destaca como essa abordagem está remodelando o desenvolvimento de software, tornando-o mais acessível e menos dependente de recursos de codificação intensivos.

São exploradas as plataformas que permitem que profissionais com diferentes graus de expertise técnica contribuam para a criação de soluções digitais, e como isso está alterando a dinâmica das equipes de TI, estimulando a colaboração interdepartamental e facilitando a inovação em toda a organização.

Este conteúdo mergulha nos benefícios proporcionados pelo No & Low-code, como a redução do tempo de desenvolvimento, o empoderamento dos usuários de negócios e a otimização dos recursos de TI.

É abordado como essa metodologia apoia a prototipagem rápida, o teste e a implementação de aplicações, permitindo ajustes iterativos alinhados com o feedback do usuário final e os objetivos de negócios.

São examinados também os desafios e considerações estratégicas ao adotar plataformas No & Low-code, incluindo a integração com sistemas existentes, a manutenção da governança e controle de qualidade e o equilíbrio entre a agilidade do desenvolvimento e a necessidade de soluções escaláveis e seguras.

A discussão enfatiza como uma abordagem guiada por melhores práticas pode maximizar o valor das iniciativas No & Low-code, enquanto mitiga os riscos potenciais.

Por fim, o conteúdo aborda como o sucesso das iniciativas No & Low-code pode ser medido, considerando não apenas a eficiência do desenvolvimento, mas também o impacto no negócio, a qualidade do produto final e a satisfação do usuário.

A importância da formação contínua e do desenvolvimento de competências para profissionais que atuam com No & Low-code é ressaltada, assegurando que as organizações possam manter uma oferta de soluções tecnológicas inovadoras e alinhadas com as tendências do mercado.

 

Visão Prática

Ao considerarmos a implementação de tecnologias de No & Low-code dentro das organizações, é crucial não apenas executar, mas sim desenvolver uma visão estratégica abrangente que aborde questões fundamentais.

Esta abordagem deve contemplar desde a identificação de processos, produtos e serviços afins, até a análise minuciosa dos casos de uso, modalidades de No & Low-code, investimentos necessários, e os riscos envolvidos.

A seguir são exploradas algumas questões essenciais quando do planejamento e elaboração de um roadmap para temas relacionados esse tipo de tecnologia:

 

Modelo Operacional e a Importância dos Fusion Teams e Citizen Developers

Para capturar os benefícios integrais das plataformas No & Low-Code, é essencial que as organizações não apenas revisem seus modelos operacionais de TI, mas também considerem a dinâmica da organização como um todo.

Neste cenário, emergem os conceitos de "Fusion Teams" e "Citizen Developers".

Os "Fusion Teams" são equipes multidisciplinares que incluem membros com diferentes habilidades técnicas e de negócios, trabalhando juntos para desenvolver soluções de maneira ágil e inovadora.

Esta abordagem facilita a colaboração entre TI e outras áreas da empresa, acelerando a entrega de soluções que atendam às necessidades reais dos usuários finais.

Por outro lado, os "Citizen Developers", ou desenvolvedores cidadãos, são usuários não técnicos que utilizam plataformas No & Low-Code para criar ou ajustar aplicações.

Esses indivíduos podem trazer insights valiosos de suas áreas de expertise, promovendo inovações que refletem as necessidades específicas de seus domínios funcionais.

 

Governança e Manutenção de Padrões

À medida que as fronteiras entre os times de TI e negócios se tornam mais fluidas, a governança se torna um desafio crucial.

A governança no contexto das plataformas No & Low-Code deve garantir que:

 

Desafios na Escala e Regulação

A magnitude do tamanho da organização e o nível de regulação do setor determinam a complexidade da implementação de plataformas No & Low-Code.

Não se trata apenas de implementar uma nova tecnologia, mas de entender profundamente as implicações dessa implementação em uma escala mais ampla.

Organizações maiores e mais regulamentadas necessitam de uma análise meticulosa antes de escalar o uso de tais tecnologias.

O planejamento deve considerar os impactos operacionais, os riscos de segurança, a integridade dos dados e a resiliência do sistema.

Além disso, é crucial desenvolver uma estratégia de capacitação e formação contínua para os desenvolvedores cidadãos, assegurando que as inovações sejam sustentáveis e alinhadas com os objetivos corporativos.

 

O desafio de harmonizar as soluções de No & Low-code

À medida que as organizações de TI evoluem para enfrentar desafios cada vez mais complexos em um ambiente tecnológico em constante mudança, surge a necessidade de harmonizar uma variedade de conceitos e tendências que não são facilmente "empacotáveis" para uso generalizado.

A implementação de políticas eficazes para a gestão de soluções No & Low-code requer uma abordagem estratégica que leve em conta diversos aspectos da arquitetura empresarial, segurança, governança e operações.

São listadas a seguir alguns tópicos essenciais que precisam ser considerados para desenvolver uma política de harmonização eficaz de soluções No & Low-code.

A complexidade dos desafios apresentados pelo No & Low-code exige uma abordagem multifacetada e bem coordenada.

Ao considerar estes tópicos essenciais na política de harmonização, as organizações podem não apenas mitigar riscos, mas também potencializar o uso de novas tecnologias de forma segura e eficiente.

A chave para o sucesso nesta empreitada é uma governança forte, clareza de visão e uma colaboração efetiva entre todos os stakeholders envolvidos:

 

Evolução Cronológica

A trajetória de No & Low-code é marcada por desenvolvimentos significativos que refletem as mudanças nas demandas tecnológicas e empresariais.

A seguir é apresentada uma visão detalhada da evolução cronológica de No & Low-code, desde suas origens conceituais até as inovações mais recentes, ilustrando como essas tecnologias revolucionaram a infraestrutura de TI nas organizações.

As plataformas No & Low-code continuam a evoluir, respondendo tanto às oportunidades tecnológicas quanto aos desafios operacionais.

À medida que novas tecnologias emergem e os custos de infraestrutura flutuam, as estratégias de TI devem permanecer ágeis e adaptativas.

A capacidade de uma organização de se adaptar eficientemente será crucial para manter a competitividade e a inovação em um ambiente empresarial que é, por natureza, volátil e em constante evolução.

 

1) – As Origens dos Ambientes de Desenvolvimento Visual (Anos 1980 – 2000)

 

2) – A Emergência das Plataformas Low-code (Anos 2000 – 2010)

 

3) – A Popularização e Expansão do Low-code e No-code (Anos 2010 – 2020)

 

4) – Integração com Tecnologias Emergentes (2020 – Presente)

 

5) – O Futuro de No & Low-code

 

Em suma, a evolução de No & Low-code tem sido uma jornada de transformação contínua, marcada por avanços tecnológicos significativos e desafios complexos.

À medida que essas tecnologias continuam a se desenvolver, elas prometem transformar ainda mais a forma como as organizações operam, oferecendo novos insights e oportunidades para inovação.

 

Conceitos e Características

No contexto atual de transformação digital, as plataformas No & Low-code emergem como ferramentas revolucionárias, permitindo o rápido desenvolvimento de aplicativos com mínimo ou nenhum conhecimento técnico de codificação.

Este avanço representa uma democratização significativa da inovação tecnológica, tornando-a acessível a uma gama mais ampla de usuários e acelerando a capacidade das empresas de responderem às necessidades de mercado em constante mudança.

As plataformas No & Low-code são projetadas com interfaces intuitivas, arrastar-e-soltar, e funcionalidades pré-configuradas que permitem aos usuários empresariais, analistas de sistemas, e até mesmo aqueles sem experiência formal em programação, construir e implementar aplicações que suportem processos de negócios vitais.

Isso possibilita uma colaboração mais próxima entre as equipes de negócios e TI, onde os requisitos e as soluções podem ser rapidamente iterados e implementados sem os tradicionais gargalos de desenvolvimento de software.

Alguns conceitos e características se destacam nesse tema, como os apontados a seguir:

Agilidade no Desenvolvimento: Reduzem significativamente o tempo de desenvolvimento e lançamento de novas aplicações, permitindo que as empresas se adaptem e inovem rapidamente.

Redução de Custos: Diminuem a dependência de recursos de programação especializados, o que pode reduzir os custos de desenvolvimento e manutenção de software.

Empoderamento dos Usuários de Negócios: Conferem aos profissionais de negócios a capacidade de criar soluções personalizadas sem esperar pelo desenvolvimento de TI, o que resulta em maior eficiência operacional e satisfação do usuário.

Flexibilidade e Escalabilidade: As aplicações criadas podem ser facilmente ajustadas e escaladas conforme as necessidades do negócio evoluem, oferecendo uma grande flexibilidade operacional.

Inovação Incremental: Facilitam a inovação incremental e a experimentação, permitindo que as empresas testem novas ideias e abordagens com riscos e investimentos reduzidos.

As plataformas No & Low-code são especialmente valiosas em um ambiente de negócios onde a experiência do usuário final e a agilidade operacional são críticas.

Elas permitem que as organizações implementem rapidamente soluções para problemas emergentes, automatizem processos que antes eram manuais e caros, e aproveitem dados e análises para melhorar a tomada de decisão.

Contudo, é fundamental abordar o uso dessas plataformas com uma estratégia clara, garantindo que as soluções se alinhem com a arquitetura de TI global da organização e aderindo aos padrões de segurança e governança de dados.

O sucesso com No & Low-code requer uma parceria colaborativa entre negócios e TI, uma compreensão clara dos objetivos de negócios e uma abordagem de governança que assegure a qualidade e a sustentabilidade das soluções criadas.

Em resumo, as plataformas No & Low-code estão redefinindo o panorama do desenvolvimento de software, trazendo uma nova era de agilidade e inovação que está ao alcance de todas as empresas, independentemente do tamanho ou do setor de atuação.

Elas não são apenas uma tendência, mas uma necessidade estratégica para empresas focadas em manter a competitividade e alcançar a excelência operacional na economia digital de hoje.

 

Propósito e Objetivos

O propósito das plataformas No & Low-code na camada New Technology é democratizar o desenvolvimento de software, possibilitando que usuários sem expertise técnica profunda possam construir aplicações funcionais e adaptáveis, contribuindo para a inovação tecnológica e acelerando o processo de transformação digital nas organizações.

 

Objetivos das Plataformas No & Low-code:

 

Esses objetivos visam estabelecer um ecossistema de desenvolvimento ágil e acessível que alinhe as necessidades operacionais com a estratégia de inovação, assegurando que a empresa permaneça competitiva na era digital.

Concluindo

A integridade e a segurança dos dados são, sem dúvida, de importância primordial para qualquer organização que pretenda tomar decisões estratégicas embasadas e seguras.

No entanto, o shadow IT representa um desafio constante que exige uma abordagem estratégica e multifacetada para ser efetivamente gerenciado.

A implementação de uma equipe de resposta rápida, juntamente com uma política de TI clara e a monitorização contínua dos dispositivos conectados à rede corporativa são medidas essenciais para mitigar os riscos associados.

Em minha perspectiva, discutir abertamente o shadow IT não é apenas uma necessidade operacional, mas uma estratégia crucial que alinha a tecnologia de uma empresa aos seus objetivos mais amplos de negócios e segurança.

Através de uma abordagem que prioriza a flexibilidade, a segurança e a integridade dos dados, podemos superar as barreiras que o shadow IT impõe, garantindo que a inovação tecnológica contribua positivamente para o crescimento e a eficiência organizacional.

Na minha experiência, a chave para lidar com o shadow IT está no balanço entre segurança e agilidade.

As organizações devem fornecer alternativas que permitam a inovação e a experimentação dentro dos parâmetros de segurança estabelecidos.

O desafio é criar um ambiente em que o IT seja visto não como um obstáculo, mas como um facilitador do sucesso empresarial.

Esta abordagem não só aumenta a conformidade e reduz os riscos, mas também promove uma cultura de colaboração e inovação contínua.

A conjunção de fatores atuais requer uma abordagem holística e estratégica para a gestão de TI.

Enfrentar os riscos de data breach e ransomware, controlar os custos das soluções SaaS e implementar alternativas como as plataformas de No & Low-code são imperativos que exigem atenção contínua e ação decisiva.

Como líderes em TI, nosso papel transcende a simples gestão de tecnologias; nós moldamos como essas tecnologias transformam nossos negócios e impactam nossa cultura corporativa.

Adotar uma abordagem proativa e integrada não só ajudará a mitigar os riscos, mas também posicionará nossas organizações para tirar o máximo proveito das oportunidades que surgem na era digital.

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