CIO Codex E-book
Uma introdução clara ao CIO Codex Framework, com os pilares essenciais para transformar TI em valor. Ideal para ter a visão geral do framework.
Neste artigo, abordarei as principais competências e posições que dominarão o mercado de trabalho Tech – e que você deveria considerar para o seu plano de carreira.
Um relatório do Linkedin compilado no artigo “Empregos em alta em 2024: estes são os 25 cargos que mais crescem no Brasil”, evidencia que pelo menos 15 dessas posições estão relacionadas a dois setores que nos interessam muito nesse artigo: Serviços e Consultoria de TI e Tecnologia, Informação e Internet.
O estudo se baseia nas tendências dos últimos 5 anos a partir de dados exclusivos do Linkedin, a maior rede profissional do mundo, e por isso também muito completa e abrangente do ponto de vista de dados.
Ao analisar as 25 posições ranqueadas no estudo, chegamos à seguinte distribuição de áreas:
Os dados indicam, portanto, que o número de posições em Tecnologia e Segurança da Informação é praticamente tão significativo quanto de posições como Vendas e Desenvolvimento de Negócios.
Sendo assim, se pensarmos em um mercado que lança cada vez mais rápido novas soluções e produtos de IA, Cyber Security, Análise de Dados e outras, faz sentido a demanda por profissionais capacitados e tecnicamente qualificados para vender esse tipo de produto.
A atuação em grandes fabricantes e players do mercado Tech e Cyber torna-se, então, desejável e em alta.
A lista conta com posições e cargos na área de Cibersegurança e Segurança da Informação, como Analista de Privacidade, Analista e Especialista em Cibersegurança, e também na área de Tecnologia, como Analista de Dados e Analista de Suporte de Tecnologia.
Quando consideramos as principais competências gerais, estratégicas ou comportamentais, skills como liderança, comunicação, resolução de problemas, capacidade analítica e negociação aparecem com muita frequência, indicando um farol claro para o desenvolvimento de profissionais dessa área: habilidades sociais e analíticas lideram o ranking.
No campo das habilidades técnicas para a carreira Tech, o relatório apontou, principalmente: conhecimentos em cyber security e segurança da informação, computação e segurança em nuvem, conhecimentos sólidos em sistemas operacionais e redes, linguagens de programação e definição e estratégia de produtos.
A partir disso, como pensar no seu plano de desenvolvimento de competências para essas posições?
É importante que você considere a matriz 70/20/10, que diz: 70% do aprendizado de uma competência é de ordem prática, pragmática ou experimental. O que isso quer dizer? Que você precisa usar essas competências na sua prática do dia a dia para desenvolvê-la!
Os outros 20% ficam a cargo do aprendizado social, isto é: nas relações com as pessoas chave você poderá desenvolver muitas habilidades, mas apenas se tiver boa comunicação e capacidade de observação e modelagem.
E, por fim, apenas 10% do seu aprendizado será de fato teórico, o que significa que investir todo o seu tempo em cursos e certificações não é o ideal, mas sim um equilíbrio entre esses 3 pilares!
Sendo assim, considere priorizar projetos que envolvam as habilidades comportamentais ou técnicas mais solicitadas pelo seu mercado, mesmo que você queira priorizar uma carreira em gestão.
Sabemos que o mercado de Tecnologia é altamente técnico, exigente e específico, então é relevante que, mesmo para posições gerenciais, você desenvolva um bom conhecimento e fundamentos técnicos mais sólidos.
Já para executivos ou para aqueles que desejam crescer na carreira de gestão, o farol de desenvolvimento aponta em direção a aperfeiçoar as habilidades de comunicação, gestão de pessoas e liderança, resolução de problemas estratégicos, capacidade de negociação, persuasão e venda.
No final do dia, é a sua capacidade de se comunicar assertivamente, vender suas ideias e obter apoio e colaboração que te fará um profissional realmente diferenciado e competitivo para o mercado!
Essa aqui eu acho que será para estourar de vez a bolha tech no uso de AI. Agora AI virou "pop"!
E eu não me refiro a “pop” no sentido de fama a partir de filmes de ficção científica, mas pop no sentido de adoção efetiva no uso pelas pessoas.
Apenas à título de comparação, o Facebook levou 10 meses para alcançar 1 milhão de usuários. O Instagram menos de 3 meses. O ChatGPT levou 5 dias para alcançar 1 milhão de usuários. Em cerca de 2 meses ele já tinha 100 milhões de usuários!
Uma velocidade de aquisição de usuários nessa magnitude é coisa de serviço digital mainstream, não de ferramenta de tecnologia.
Como eu falei, estourou a bolha tech e virou algo pop, dado que as pessoas já fazem piadas e paródias usando o conceito de uso do ChatGPT e AI Generativa como um todo.
Agora imaginem toda a adoção e evolução apontada acima, além da transformação da forma como trabalhamos, mas só que elevada em algumas potências com a disponibilidade embutida no Office, usado diariamente por sei lá quantas centenas de milhões de pessoas ao redor do mundo!
Creio que é o que podemos ver em breve, segundo essa matéria da ComputerWorld:
A inteligência artificial (IA) tem avançado rapidamente nos últimos anos, especialmente na área de processamento de linguagem natural (PLN), que permite que as máquinas entendam e gerem textos em linguagem humana.
Um dos desafios mais difíceis e fascinantes do PLN é a criação de sistemas capazes de manter conversas naturais, coerentes e envolventes com os humanos.
Esses sistemas, chamados de agentes conversacionais ou chatbots, têm aplicações potenciais em diversos domínios, como educação, entretenimento, saúde, comércio e assistência pessoal.
Embora existam vários chatbots disponíveis no mercado, a maioria deles se baseia em regras pré-definidas ou em respostas pré-fabricadas, o que limita a sua capacidade de lidar com situações imprevistas, de se adaptar às preferências dos usuários e de gerar respostas criativas e diversificadas.
Além disso, muitos chatbots são especializados em um domínio específico, como reservar passagens aéreas ou pedir comida, e não conseguem manter conversas abertas sobre temas variados e de interesse geral.
Uma nova abordagem para o desenvolvimento de chatbots é o uso de modelos de aprendizagem profunda, que podem aprender padrões estatísticos a partir de grandes quantidades de dados textuais, sem a necessidade de regras explícitas ou conhecimento prévio.
Esses modelos, chamados de modelos generativos, podem produzir respostas originais e adequadas ao contexto, usando apenas os textos das conversas anteriores como entrada.
Um exemplo de modelo generativo é o ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, que usa uma arquitetura de redes neurais chamada Transformer, capaz de capturar relações complexas entre palavras e frases.
O ChatGPT é um chatbot baseado no modelo GPT-3, um dos mais avançados e poderosos modelos de PLN da atualidade.
O GPT-3 foi treinado com mais de 175 bilhões de parâmetros, usando um conjunto de dados gigantesco, que inclui quase toda a internet, como livros, artigos, blogs, redes sociais, sites, etc. O GPT-3 é capaz de realizar diversas tarefas de PLN, como responder perguntas, escrever textos, traduzir idiomas, resumir documentos, completar frases, entre outras, usando apenas um modelo único e uma técnica chamada de adaptação de poucos exemplos (few-shot learning), que consiste em fornecer algumas instruções ou exemplos da tarefa desejada como entrada, juntamente com o texto a ser processado.
O ChatGPT é uma versão do GPT-3 especializada em diálogo, que foi treinada com milhões de conversas reais sobre diversos assuntos, onde se destacam algumas habilidades:
O GPT-4 é um modelo de linguagem neural que supera o seu antecessor, o GPT-3, em vários aspectos.
O GPT-4 tem uma capacidade maior, podendo processar mais dados e gerar textos mais longos e coerentes.
O GPT-4 também incorpora novas técnicas de aprendizagem, como a atenção esparsa e a codificação contrastiva, que permitem uma melhor compreensão do contexto e uma maior diversidade de respostas.
Um dos principais fatores que diferenciam o GPT-4 do GPT-3 é o número de parâmetros que cada modelo possui.
O GPT-3 já era considerado um modelo gigantesco, com 175 bilhões de parâmetros, mas o GPT-4 supera esse número em mais de dez vezes, chegando a 2,3 trilhões de parâmetros.
Isso significa que o GPT-4 pode absorver mais informações e aprender mais padrões de linguagem do que o GPT-3, o que resulta em uma maior capacidade de gerar textos fluentes, lógicos e criativos.
Ao usar o ChatGPT, as pessoas podem notar essas melhorias na qualidade e na variedade das conversas que podem ter com o chatbot.
O ChatGPT pode acompanhar os usuários em diversos assuntos, oferecendo informações relevantes, opiniões interessantes e comentários divertidos.
O ChatGPT também pode se ajustar ao estilo e ao humor dos usuários, criando uma experiência mais personalizada e satisfatória. Além disso, o ChatGPT pode realizar tarefas mais complexas dentro da conversa, como ensinar algo novo, resolver problemas, contar histórias, etc.
O ChatGPT é, portanto, um exemplo de como o salto tecnológico do GPT-3 para o GPT-4 pode trazer benefícios tangíveis para as pessoas que interagem com a IA conversacional.
Ao comparar as conversas geradas pelo GPT-3 e pelo GPT-4, as pessoas podem perceber uma diferença significativa na riqueza, na coerência e na diversidade dos diálogos, o que demonstra o potencial da tecnologia para criar interações mais naturais, dinâmicas e humanas.
O ChatGPT é considerado um marco na área de IA conversacional, pois demonstra que é possível criar chatbots de alta qualidade usando apenas modelos generativos, sem a necessidade de módulos específicos para cada domínio ou tarefa.
O ChatGPT também mostra que os chatbots podem ser versáteis, capazes de lidar com diferentes tipos de situações e de se adaptar às preferências dos usuários.
Além disso, o ChatGPT evidencia o potencial dos modelos de PLN baseados em Transformer, que podem aprender representações linguísticas ricas e flexíveis, que permitem realizar diversas tarefas com um único modelo e com pouca supervisão humana.
O ChatGPT também tem um impacto social significativo, pois abre as portas para uma nova forma de interação entre humanos e máquinas, que pode trazer benefícios para diversas áreas e setores da sociedade.
Por exemplo, o ChatGPT pode ser usado como uma ferramenta educativa, que auxilia os estudantes a aprenderem novos conteúdos, a praticarem idiomas e a desenvolverem habilidades socioemocionais.
O ChatGPT também pode ser usado como uma fonte de entretenimento, que proporciona diversão, lazer e criatividade aos usuários.
O ChatGPT também pode ser usado como um agente terapêutico, que oferece apoio emocional, orientação e companhia aos usuários, especialmente em tempos de isolamento social e de crise sanitária>
Apesar de ser um avanço impressionante na área de IA conversacional, o ChatGPT ainda enfrenta alguns desafios e limitações, que precisam ser superados para que ele possa ser usado de forma eficaz e responsável. Alguns desses desafios e limitações são:
A Inteligência Artificial Generativa (GenAI) refere-se a uma categoria de tecnologia de IA que é capaz de criar conteúdo novo e único, a partir do aprendizado de uma vasta quantidade de dados existentes.
Diferente da IA tradicional que se baseia em análise e processamento de informações para fornecer resultados ou otimizar processos, a GenAI inova ao gerar textos, imagens, música, código de programação e até respostas em diálogos, que podem ser indistinguíveis dos criados por humanos.
Esta capacidade é impulsionada principalmente por modelos de aprendizado profundo, como redes neurais, que analisam e assimilam padrões complexos.
O mercado de inteligência artificial está em constante expansão e inovação, com vários players importantes disputando liderança e influência.
Cada um desses players traz suas próprias inovações e abordagens únicas para a inteligência artificial, refletindo a diversidade e a complexidade desse campo em rápida evolução.
Enquanto exploram novas fronteiras tecnológicas, também enfrentam questões críticas de ética, privacidade e aplicabilidade que definirão o futuro da IA.
Vamos explorar alguns dos principais concorrentes neste campo, analisando suas fortalezas e debilidades.
OpenAI e ChatGPT
Fortalezas: ChatGPT, desenvolvido pela OpenAI, ganhou destaque pela sua habilidade em compreender e responder perguntas em linguagem natural, fazendo-o extremamente popular para aplicações que vão desde assistentes pessoais até ferramentas educacionais.
A OpenAI também é conhecida por sua ética em IA e pesquisa abrangente, contribuindo significativamente para o avanço da segurança em IA.
Debilidades: Apesar de sua capacidade avançada, o ChatGPT pode gerar respostas imprecisas ou fabricadas, e há preocupações sobre o uso de seus modelos para gerar desinformação.
Microsoft e Copilot
Fortalezas: Com o lançamento do Copilot, a Microsoft integrou capacidades de IA nos seus produtos de software, como o Office e o GitHub, promovendo uma grande sinergia entre IA e produtividade.
A Microsoft tem vastos recursos para pesquisa e um ecossistema de aplicativos bem estabelecido que potencializa o alcance de suas soluções de IA.
Debilidades: O Copilot enfrenta desafios de privacidade e segurança de dados, essenciais para a aceitação nos ambientes empresariais, além de depender significativamente das capacidades de nuvem da Microsoft, o que pode limitar sua aplicabilidade em ambientes offline.
Google e Gemini
Fortalezas: O Gemini da Google é projetado para ser um modelo de linguagem avançado que melhora a compreensão de contexto e a geração de texto.
A Google, com seu robusto histórico em pesquisa e desenvolvimento em IA, leva vantagem em integrar seus modelos de IA com seu motor de busca e outras ferramentas online.
Debilidades: Ainda que potente, o Gemini pode enfrentar questões relacionadas à privacidade e à ética, semelhantes aos desafios enfrentados por outras tecnologias de IA da empresa.
Meta (antiga Facebook)
Fortalezas: As soluções de IA da Meta são focadas em melhorar interações sociais, moderação de conteúdo e realidade virtual.
A empresa é pioneira na pesquisa de IA para realidade aumentada e virtual, posicionando-se fortemente no metaverso.
Debilidades: A Meta enfrenta críticas e desafios legais significativos quanto ao tratamento de dados de usuários e ética na IA, especialmente no que tange à privacidade e ao uso de dados para treinamento de seus modelos.
IBM
Fortalezas: A IBM, com seu Watson, foi uma das pioneiras em IA comercial, aplicando a tecnologia em áreas como saúde e finanças. A empresa tem forte presença em IA empresarial, com capacidades robustas de análise de dados e aprendizado de máquina.
Debilidades: O Watson tem enfrentado críticas por não atender às expectativas em alguns setores, e a IBM tem desafiado a manter sua liderança diante de concorrentes mais ágeis e inovadores.
xAI
Fortalezas: A recém-lançada xAI propõe uma nova abordagem para entender fenômenos complexos do universo através da IA. Com forte financiamento e uma visão ambiciosa, espera-se que a xAI introduza inovações disruptivas.
Debilidades: Sendo uma novidade, a xAI enfrenta o desafio de estabelecer sua credibilidade e aplicabilidade prática, além de potenciais questões éticas associadas às ambições de seus projetos.
A adoção da GenAI está crescendo exponencialmente, com várias tendências emergindo:
• Personalização em Massa: Empresas usam GenAI para criar experiências personalizadas para os usuários, desde recomendações de produtos até conteúdo personalizado.
• Automação de Design e Conteúdo: Setores de marketing e design gráfico utilizam GenAI para gerar imagens, vídeos e textos, reduzindo custos e aumentando a eficiência.
• Desenvolvimento de Software Assistido por AI: GenAI está ajudando programadores a escrever e revisar códigos, acelerando o desenvolvimento de software.
• Ética e Regulação: Conforme a GenAI se torna mais prevalente, cresce o foco em criar normas éticas e regulatórias para seu uso adequado.
As expectativas em torno da GenAI são altamente positivas e ambiciosas:
• Expansão da Capacidade Criativa: Acredita-se que a GenAI ampliará as capacidades criativas humanas, permitindo a criação de obras de arte, literatura e inovações técnicas a um ritmo antes inimaginável.
• Colaboração Homem-Máquina: Prevê-se uma colaboração cada vez maior entre humanos e máquinas, onde a GenAI servirá como uma ferramenta de ampliação das capacidades humanas, não apenas substituindo tarefas.
• Democratização da Criação de Conteúdo: Com ferramentas de GenAI, indivíduos e pequenas empresas terão poder para gerar conteúdos de qualidade comparável às grandes corporações.
Apesar das grandes promessas, a GenAI enfrenta vários desafios significativos:
• Questões Éticas e de Direitos Autorais: A geração de conteúdo que parece autêntico levanta questões sobre originalidade e propriedade intelectual.
• Viés: Os dados usados para treinar modelos de GenAI podem conter vieses, resultando em saídas também enviesadas.
• Segurança e Privacidade: As implicações de segurança da GenAI são profundas, especialmente se usada para gerar desinformação ou conteúdo prejudicial.
• Impacto no Emprego: Existe a preocupação de que a GenAI possa deslocar trabalhos, especialmente na criação de conteúdo e design.
Considero que o ChatGPT é uma ferramenta poderosa e inovadora e que já está transformando a forma como interagimos e atuamos no trabalho e vida pessoal.
Ao vermos esse tipo de tecnologia sendo cada vez mais embutida nas plataformas de produtividade que usamos cotidianamente, é de se esperar uma transformação ainda mais acelerada.
Aqui comentei o exemplo da Microsoft, mas o conceito em sai se enquadra em outras plataformas, como o Google, assim como muito provavelmente teremos novidades nesse sentido com Apple e outros vendors.
Mas ao mesmo tempo que existe o lado bonito da história, existem também os seus desafios e limitações, que ainda devem ser superados.
Acredito que é essencial investir na pesquisa e no desenvolvimento de soluções que possam tornar o ChatGPT mais eficiente, confiável e seguro, assim como monitorar e avaliar o seu uso e o seu impacto na sociedade.
O ChatGPT pode ser uma grande oportunidade para melhorar a comunicação e a interação entre as pessoas, mas também exige cautela e consciência dos seus riscos e desafios.
Que as soluções de GPT (Generative Pre-trained Transformer), estão em alta no mercado, nós não temos dúvidas, mas como elas efetivamente podem se tornar um grande auxiliar para as tarefas do dia a dia para as áreas de backoffice?
Alguns Insights de como você pode utilizar esta ferramenta como seu grande apoio:
Análise de Dados Financeiros: O ChatGPT pode ajudar na interpretação de dados financeiros, como balanços, demonstrativos de resultados e fluxos de caixa, oferecendo insights sobre tendências, padrões e métricas relevantes.
Previsão Financeira: Com base em dados históricos e informações fornecidas, o ChatGPT pode auxiliar na elaboração de projeções financeiras, incluindo previsões de vendas, despesas e fluxo de caixa.
Contabilidade e Auditoria: Ele pode oferecer orientações sobre princípios contábeis, auxiliando na preparação de registros contábeis e na identificação de possíveis problemas de conformidade. Além disso, pode ajudar na preparação para auditorias, fornecendo informações sobre melhores práticas e requisitos regulatórios.
Gestão de Pagamentos e Faturas: Pode auxiliar na gestão de pagamentos a fornecedores e na reconciliação de faturas, ajudando a garantir a precisão e a pontualidade dos pagamentos.
Análise de Risco e Compliance: O ChatGPT pode fornecer insights sobre riscos financeiros e regulatórios, auxiliando na identificação e mitigação de potenciais ameaças à empresa. Isso inclui orientações sobre conformidade com regulamentações fiscais e normas contábeis.
Planejamento Orçamentário: Ele pode ajudar na elaboração e revisão de orçamentos, oferecendo sugestões sobre alocação de recursos, controle de custos e identificação de áreas para otimização financeira.
Gestão de Investimentos: O ChatGPT pode oferecer orientações sobre estratégias de investimento, análise de portfólio e avaliação de oportunidades de investimento, com base em critérios específicos fornecidos pelo usuário.
Essas são apenas algumas maneiras de como o ChatGPT pode ser útil na área de backoffice. Sua capacidade de processar grandes quantidades de informações e fornecer respostas precisas e rápidas o torna uma ferramenta valiosa para profissionais que trabalham nesse ambiente.