E saíram novos números sobre o Pix, mostrando que segue sendo um sucesso absoluto de público!

Lembro que nos primeiros meses do Pix já ficou claro o quanto havia caído no gosto popular e passados esses anos, os números mostram que não foi uma mera hype.

Agora olhando para os números das demais formas de pagamento, acredito que o Crédito ainda se manterá relevante por um bom tempo por ser justamente "um crédito" e por dar pontos/milhas. Não sei se existe algum modelo de negócio similar em vista para o Pix.

Já os cheques, apesar de ter reduzido drasticamente o volume, ainda assim segue sendo nada desprezível. Eu particularmente não consigo me recordar qual foi a última vez que assinei um (deve fazer mais de 5 anos)!

Já os DOCs, também seguem com um certo volume, mas creio eu que por conta de processos corporativos legados em diversas empresas que não foram ainda atualizados para TED ou Pix.

Abaixo o link para o post da Febraban sobre o tema:

https://www.linkedin.com/pulse/pix-%2525C3%2525A9-o-meio-de-pagamento-mais-usado-brasil-em-2022-ted-lidera/

Quais as tendências e expectativas para os bancos comerciais?

Aqui um reporte interessante da Accenture abordado esse tema:

Commercial banking top trends in 2023

Dos 6 temas o que mais me chama a atenção é o das oportunidades em pequenas e médias empresas.

Eu imaginava que era apenas aqui no Brasil que esse segmento tinha muitas oportunidades de evolução nos serviços e atendimento por parte dos bancos.

Mas pelo visto a satisfação desse segmento é baixa em escala global, o que realmente me surpreende, pois esperava uma outra realidade em mercados economicamente mais desenvolvidos.

Me surpreende que seja um gap/oportunidade já conhecido e discutido pelos bancos há muitos anos, mas faltam ações práticas para atender esse mercado e mesmo os novos entrantes digitais parecem não aproveitar esse espaço.

Fico na dúvida se é puro vacilo geral ou se o business case é que não fecha (o que me parece difícil de ser o caso considerando a quantidade de empresas/clientes nesse segmento).

Comento com frequência sobre o quão danosa eu considero a atual cultura de excesso de reuniões.

É interessante ver que esse é um tema quente, e abordado de forma ampla, como por exemplo nessa matéria da Harvard Business Review:

https://hbr.org/2023/01/7-ways-managers-can-help-their-team-focus

Dicas válidas para muitos de nós, pois depende da gente mudar esse panorama.

A cada dia criamos (ou somos sugados) para rotinas e dinâmicas de trabalho que ocupam muito do nosso tempo (e das equipes), nem sempre com propósito ou valor suficientemente claros.

Alguns números interessantes:

Como ter qualidade e produtividade de forma sustentável assim?

Depende de cada um de nós nos autodisciplinarmos, darmos o exemplo e fomentarmos uma mudança cultural nas nossas equipes.

Estamos, infelizmente, em um momento de baixa e quase diariamente recebo o contato ou fico sabendo de algum conhecido (ou mesmo desconhecido) que foi desligado.

Aqui uma matéria recente da InfoWorld com alguns bons tópicos a serem considerados pelos profissionais nesse momento de mercado:

https://www.infoworld.com/article/3686192/what-developers-should-do-during-a-downturn.html

Concordo com a matéria de que deve ser algo temporário (pelo menos a história recente mostra isso).

De qualquer forma, seja um momento de alta ou de baixa, vale seguir sempre se atualizando e se capacitando.

E como eu comento há tempos: vivemos em uma época em que existe muito conteúdo e formação gratuita!

Obviamente cada pessoa está em um momento e situação de vida diferente, onde o drama pela perda repentina de renda tem maior ou menor peso, pois os boletos seguem chegando (algum peso provavelmente tem, pois são muito poucas as pessoas que trabalham apenas por diversão).

É importante não se desesperar e lembrar que o propósito da vida é aprender e evoluir e toda experiência, mesmo as de dificuldade, são uma oportunidade de superação e crescimento.

Começo com uma frase que já ouvi muito na vida: "Toda escolha é uma renúncia".

Como em muitas coisas da vida, não se pode ter tudo e é preciso ponderar o que faz mais sentido para cada organização e caso de uso específico.

De qualquer forma, só reforça a necessidade de fortalecer a análise arquitetônica antes de sair fazendo.

Inclusive considerando aspectos de cost of running, e assim minimizar os riscos de criar algo cloud native by design (que segue sendo a melhor forma de maximizar a captura de benefícios da cloud) em um caso de uso onde financeiramente não fazia sentido de largada o próprio uso da cloud (ou eventualmente daquela cloud em específico).

Aí o lado cloud native (que era para ser algo positivo) se torna um obstáculo para a portabilidade para outro vendor ou mesmo para on premises.

Abaixo, um artigo muito interessante da InfoWorld explorando exatamente esse ponto de uma forma muito pragmática:

https://www.infoworld.com/article/3686471/the-downsides-of-cloud-native-solutions.html

Como alcançar um bom nível de excelência no seu processo de desenvolvimento se sistemas?

Já vi muitas abordagens diferentes ao longo dos anos. Novas ferramentas, processos de validação e controle de qualidade, checagens automatizadas, e por aí vai.

Considero esses mecanismos válidos, mas não suficientes.

Quando se fala em desenvolver softwares e soluções, uma cultura forte ajuda a trazer previsibilidade e repetibilidade na entrega de soluções com qualidade.

Boas ferramentas, processos redondos, indicadores e governança abrangentes e afins ajudam muito.

Mas a cultura é quem traz o grande diferencial!

E como costumo dizer, cultura não se compra nem se aluga, você cria e desenvolve ao longo do tempo e com toda a equipe (com o papel essencial de uma liderança baseada nos exemplos).

Compartilho a seguir uma matéria muito interessante da InfoWorld abordando de maneira bastante clara esse tema, com excelentes exemplos sobre a importância de uma cultura forte:

https://www.infoworld.com/article/3686050/the-mark-of-a-healthy-engineering-culture.html

Recebi esses dias esse diagrama sobre os pecados capitais na criação e execução de estratégias e achei sensacional.

Muito bem estruturado e claramente inspirado na realidade das empresas.

Acho que a maioria aqui já deve ter visto pelo menos um desses "pecados capitais" em ação, seja por sua atuação direta, seja como mero espectador do que estava acontecendo em suas empresas.

É um grande desafio para os times, em toda a cadeia de liderança e execução evitar esses erros e manter a disciplina e o rigor no dia a dia, afinal, não faltam distrações e obstáculos que não foram (e muitas vezes nem podiam ser) previstos ou antecipados.

Mas pensando por outro lado, é igualmente importante saber reconhecer a importância para as empresas em serem flexíveis e ágeis a ponto de interpretar a necessidade de correção/alteração de rota em suas estratégias, ainda mais em um mundo que muda cada dia mais rápido.

Aí as linhas entre "se desviar da rota estratégica" e "desviar a própria estratégia" podem ser um pouco tênues, mas precisam ser muito bem analisadas e consideradas na operação diária.

Recomendo a leitura desse artigo da Inc.com a respeito de como funcionamos enquanto "máquinas" no sentido de sermos capazes de manter o foco nas atividades ao longo do dia:

https://www.inc.com/jeff-haden/want-to-stay-focused-make-smarter-decisions-all-day-long-start-managing-attention-fatigue.html

Achei muito interessante a parte de que não somos uma máquina e não temos a mesma performance (física ou mental) durante todo o dia.

Alguns pontos bacanas da matéria que dificilmente nos damos conta:

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