CIO Codex E-book
Uma introdução clara ao CIO Codex Framework, com os pilares essenciais para transformar TI em valor. Ideal para ter a visão geral do framework.
Aqui um mercado ainda incipiente, mas que acredito que em alguns poucos anos passará a ver muitos avanços e disputas comerciais: Quantum Computing.
Uma matéria rica da NetworkWorld a esse respeito, apontando os diversos avanços atuais da IBM nesse mercado:
https://www.networkworld.com/article/971622/ibm-goes-big-on-quantum-computer-hardware-software.html
Será que veremos no mundo do Quantum Computing a mesma lógica que durou décadas nos processadores convencionais (Moore Law) de duplicar a densidade de transistores a cada 2 anos?
É espetacular pensar que podemos estar vendo agora algo análogo ao que foram os antigos Intel 8080 da plataforma x86.
Nesse sentido, é perfeitamente plausível que os "super processadores" quânticos de hoje sejam o equivalente ao que hoje consideramos peças de museu com velocidade na casa de 1 ou 2 MHz.
Imaginem onde estaremos daqui 10, 20, 30 anos, seguindo a evolução comparativa que nos trouxe hoje aos processadores com dezenas de cores cada qual com quase 10 GHz de velocidade.
Vale a pena acompanhar os próximos passos desse mercado que está nascendo agora!
E segundo essa matéria da InfoWorld está chegando mais uma versão da plataforma .Net:
https://www.infoworld.com/article/3679393/inside-microsofts-cloud-first-net-7-release.html
Lembro até hoje do lançamento da plataforma .Net, e na época não era muito claro qual a forma correta de se falar o nome ("net", "ponto net", "dot net", ou mesmo "o novo Java da Microsoft").
Na época estava na faculdade (Fatec) e teve muita publicidade com murais e palestras.
Lembro que um dos discursos de venda da plataforma era a possibilidade de utilizar múltiplas linguagens de programação (VB, a nova C# que igualmente gerava confusão em como se falava esse nome, e até mesmo em Cobol!).
Essa era para ser uma vantagem, pois reduzia a barreira de entrada, além de que a grande vantagem do Java (write once, run everywhere) seria igualada "muito em breve".
Acabou que o "muito em breve" ficou guardada em alguma gaveta, pois o mantra do "Windows everywhere" ainda seguiu dominante na MS por muitos e muitos anos.
De qualquer forma, é incrível ver o avanços da plataforma .Net desde então em vários sentidos (riqueza de funções, velocidade de desenvolvimento, portabilidade, compatibilidade, segurança, etc.), além de inclusive se abrir para a comunidade Open Source.
Mas quando se pensa sob a ótica de ranking de utilização, adoção e popularidade entre os devs, tenho dúvidas se o .Net (apesar de todos louváveis esforços) será capaz de aumentar sua participação (que convenhamos, está longe de ser baixa) frente ao Java.
Tenho a impressão de que ainda existe certa percepção geral de que usar .Net significa um alto lock-in com a Microsoft e que ainda deve levar um tempo até que a capacidade multiplataforma e "open" seja tão bem reconhecida quanto a do Java.